Prevalence of health promotion programs in primary health care units in Brazil

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dc.contributor.author Ramos, Luiz Roberto [UNIFESP]
dc.contributor.author Malta, Deborah Carvalho
dc.contributor.author Gomes, Grace Angélica de Oliveira
dc.contributor.author Bracco, Mario Maia [UNIFESP]
dc.contributor.author Florindo, Alex Antonio
dc.contributor.author Mielke, Gregore Iven
dc.contributor.author Parra, Diana C
dc.contributor.author Lobelo, Felipe
dc.contributor.author Simoes, Eduardo J
dc.contributor.author Hallal, Pedro Curi
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:47:21Z
dc.date.available 2015-06-14T13:47:21Z
dc.date.issued 2014-10-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0034-8910.2014048005249
dc.identifier.citation Revista de Saúde Pública. Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, v. 48, n. 5, p. 837-844, 2014.
dc.identifier.issn 0034-8910
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/8639
dc.description.abstract OBJECTIVEAssessment of prevalence of health promotion programs in primary health care units within Brazil’s health system. METHODSWe conducted a cross-sectional descriptive study based on telephone interviews with managers of primary care units. Of a total 42,486 primary health care units listed in the Brazilian Unified Health System directory, 1,600 were randomly selected. Care units from all five Brazilian macroregions were selected proportionally to the number of units in each region. We examined whether any of the following five different types of health promotion programs was available: physical activity; smoking cessation; cessation of alcohol and illicit drug use; healthy eating; and healthy environment. Information was collected on the kinds of activities offered and the status of implementation of the Family Health Strategy at the units. RESULTSMost units (62.0%) reported having in place three health promotion programs or more and only 3.0% reported having none. Healthy environment (77.0%) and healthy eating (72.0%) programs were the most widely available; smoking and alcohol use cessation were reported in 54.0% and 42.0% of the units. Physical activity programs were offered in less than 40.0% of the units and their availability varied greatly nationwide, from 51.0% in the Southeast to as low as 21.0% in the North. The Family Health Strategy was implemented in most units (61.0%); however, they did not offer more health promotion programs than others did. CONCLUSIONSOur study showed that most primary care units have in place health promotion programs. Public policies are needed to strengthen primary care services and improve training of health providers to meet the goals of the agenda for health promotion in Brazil. en
dc.description.abstract OBJETIVOEstimar a prevalência de programas de promoção da saúde nas unidades básicas de saúde no Brasil. MÉTODOSEstudo transversal descritivo realizado por meio de entrevistas telefônicas com coordenadores de unidades básicas de saúde. Do total de 42.486 unidades básicas de saúde cadastradas pelo Ministério da Saúde, 1.600 foram aleatoriamente selecionadas. As unidades foram amostradas nas cinco regiões do País de acordo com a proporção de unidades em cada região. Foi analisada a presença ou não de cinco programas de promoção da saúde: promoção de atividade física, cessação de tabagismo, cessação de uso de álcool e drogas ilícitas, alimentação saudável e ambiente saudável. Foram coletados dados sobre o tipo de ações desenvolvidas nos programas e a presença ou não da Estratégia de Saúde da Família na unidade. RESULTADOSA maioria das unidades básicas de saúde (62,0%) referiu ter pelo menos três programas de promoção da saúde e apenas 3,0% não tinha nenhum. A promoção do ambiente saudável e da alimentação saudável foram os programas mais prevalentes (77,0% e 72,0%, respectivamente), enquanto o controle do tabaco e do álcool foram referidos em 54,0% e 42,0% das unidades de saúde, respectivamente. A promoção de atividade física foi referida em menos de 40,0% das unidades e teve grande variação regional, com prevalência de 51,0% nas unidades do Sudeste e apenas 21,0% nas do Norte. A maioria das unidades de saúde (61,0%) oferecia Estratégia de Saúde da Família, porém não foi verificada maior prevalência de programas de promoção da saúde nessas unidades em relação às outras. CONCLUSÕESEste estudo mostrou que programas de promoção da saúde estão presentes na maioria das unidades básicas de saúde. Políticas públicas devem fortalecer a infraestrutura das unidades básicas de saúde e melhorar a capacitação dos trabalhadores de saúde para executar adequadamente a agenda de promoção de saúde do governo brasileiro. pt
dc.format.extent 837-844
dc.language.iso eng
dc.publisher Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
dc.relation.ispartof Revista de Saúde Pública
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Health Programs and Plans en
dc.subject Health Centers en
dc.subject Health Promotion en
dc.subject Primary Health Care en
dc.subject Health Surveys en
dc.subject Planos e Programas de Saúde pt
dc.subject Centros de Saúde pt
dc.subject Promoção da Saúde pt
dc.subject Atenção Primária à Saúde pt
dc.subject Inquéritos Epidemiológicos pt
dc.title Prevalence of health promotion programs in primary health care units in Brazil en
dc.title.alternative Prevalência de programas de promoção da saúde em unidades básicas de saúde no Brasil pt
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.institution Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância Epidemiológica
dc.contributor.institution Universidade Estadual de São Paulo Núcleo de Atividade Física, Esporte e Saúde
dc.contributor.institution Hospital Israelita Albert Einstein
dc.contributor.institution Universidade de São Paulo (USP)
dc.contributor.institution Universidade Federal de Pelotas
dc.contributor.institution Washington University in St. Louis George Warren Brown School of Social Work Prevention Research Center in St. Louis
dc.contributor.institution Centers For Disease Control and Prevention National Center for Chronic Disease Prevention and Health Promotion Division of Diabetes Translation
dc.contributor.institution University of Missouri School of Medicine Department of Health Management and Informatics
dc.contributor.institution Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Educação Física
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Departamento de Medicina Preventiva
dc.description.affiliation Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância Epidemiológica
dc.description.affiliation Universidade Estadual de São Paulo Núcleo de Atividade Física, Esporte e Saúde
dc.description.affiliation Hospital Israelita Albert Einstein
dc.description.affiliation Universidade de São Paulo Escola de Artes, Ciências e Humanidades
dc.description.affiliation Universidade Federal de Pelotas
dc.description.affiliation Washington University in St. Louis George Warren Brown School of Social Work Prevention Research Center in St. Louis
dc.description.affiliation Centers For Disease Control and Prevention National Center for Chronic Disease Prevention and Health Promotion Division of Diabetes Translation
dc.description.affiliation University of Missouri School of Medicine Department of Health Management and Informatics
dc.description.affiliation Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Educação Física
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, Depto. de Medicina Preventiva
dc.identifier.file S0034-89102014000500837.pdf
dc.identifier.scielo S0034-89102014000500837
dc.identifier.doi 10.1590/S0034-8910.2014048005249
dc.description.source SciELO



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