Evolução dos níveis de beta-hCG após tratamento sistêmico da gravidez ectópica íntegra

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dc.contributor.author Elito Junior, Julio [UNIFESP]
dc.contributor.author Nakamura, Mary Uchiyama [UNIFESP]
dc.contributor.author Camano, L. [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:24:42Z
dc.date.available 2015-06-14T13:24:42Z
dc.date.issued 1998-03-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42301998000100003
dc.identifier.citation Revista da Associação Médica Brasileira. Associação Médica Brasileira, v. 44, n. 1, p. 11-15, 1998.
dc.identifier.issn 0104-4230
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/586
dc.description.abstract OBJECTIVE: The follow-up of this treatment is done by monitorization of beta-hCG titers. The objective of this study is to evaluate the beta-hCG titers after treatment with MTX. METHODS:. Twenty four women were included in the study. The inclusion criteria were: ectopic pregnancy < 4.5cm, beta-hCG < 15.000mIU/mL, desire of future pregnancy and a written permission to participate in the study. All patients were treated with a single dose of methotrexate (50mg/m² IM). Patients were monitored with beta-hCG titers on days 1, 4 and 7 after the MTX injection, and then weekly until the beta-hCG was less than 25mIU/mL. RESULTS: The variation of the titers of beta-hCG between day 1 and day 4 after MTX was the following: increase 50,0%, decrease 33.3% and in levels less than 25mUI/mL in 16.7% of the cases. The variation of the titers of beta-hCG between day 4 and day 7 after MTX was the following: decline > 15% in 85.7% of the cases, and decline < 15% in 14.3%. There was the necessity of a second dose of MTX in only two cases (8.4%), since the levels of beta-hCG declined less than 15%, in this period. CONCLUSION: The titers of beta-hCG increase in 50.0% of the cases, so it is a frequent event. The understanding of this evolution of beta-hCG titers avoids surgery in the first week of the treatment. en
dc.description.abstract OBJETIVO: O tratamento sistêmico da gravidez ectópica (GE) íntegra com metotrexato (MTX) tornou-se conduta alternativa para tradicional atitude cirúrgica. O acompanhamento dos casos é realizado com dosagens seriadas de beta-hCG, já que a imagem ultra-sonográfica persiste por tempo prolongado, sendo um parâmetro ruim de seguimento. O objetivo do nosso estudo é de avaliar o comportamento da curva de beta-hCG após a ministração do medicamento. PACIENTES E MÉTODO: Foram incluídas neste estudo pacientes estáveis hemodinamicamente, com massa anexial menor ou igual a 4,5cm, sem sinais de doença hepática, renal ou supressão da medula óssea. O tratamento foi feito com MTX 50mg/m² IM (dose única) em regime de internação. Vinte e quatro pacientes fizeram parte deste trabalho e foram acompanhadas com dosagens de beta-hCG nos dias 1, 4 e 7 pós-MTX. Casos em que os títulos de beta-hCG caíram acima de 15% entre os dias 4 e 7 receberam alta hospitalar e eram acompanhados semanalmente até títulos negativos. Por outro lado, quando esta queda era inferior a 15%, essas pacientes receberam nova dose de MTX. RESULTADOS: Doze (50,0%) dos 24 casos tiveram aumento dos títulos de beta-hCG nos primeiros quatro dias após a injecão IM de MTX, oito (33,3%) apresentaram queda paulatina dos valores e em quatro (16,7%) casos os valores de beta-hCG foram negativos no quarto dia pós-MTX. Apenas duas pacientes (8,3%) necessitaram de segunda dose de MTX por não ter havido queda dos títulos de beta-hCG superior a 15% entre o quarto e o sétimo dia. CONCLUSÕES: A elevação dos títulos de beta-hCG, entre o momento da ministração do MTX e o quarto dia após a medicação, foi evento freqüente (50,0%). A queda de mais de 15% dos valores de beta-hCG, apurada no quarto e no sétimo dia pós-MTX, constitui parâmetro importante para o critério de alta hospitalar. Por outro lado, redução menor que 15% dos níveis séricos de beta-hCG representa indicação para ministração de nova dose de MTX. Em apenas duas pacientes (8,4%) houve necessidade de segunda dose de MTX, pois os títulos de beta-hCG, avaliados no quarto e no sétimo dia após o MTX, apresentaram queda, porém, inferior a 15%. pt
dc.format.extent 11-15
dc.language.iso por
dc.publisher Associação Médica Brasileira
dc.relation.ispartof Revista da Associação Médica Brasileira
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Ectopic pregnancy en
dc.subject Beta-hCG en
dc.subject Methotrexate en
dc.subject Gravidez ectópica pt
dc.subject Beta-hCG pt
dc.subject Metotrexato pt
dc.title Evolução dos níveis de beta-hCG após tratamento sistêmico da gravidez ectópica íntegra pt
dc.title.alternative Evolution of beta-hCG titers after treatment with methotrexate in unruptured ectopic pregnancy en
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Escola Paulista de Medicina
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, EPM
dc.identifier.file S0104-42301998000100003.pdf
dc.identifier.scielo S0104-42301998000100003
dc.identifier.doi 10.1590/S0104-42301998000100003
dc.description.source SciELO



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