A concepção de território na Saúde Mental

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dc.contributor.author Furtado, Juarez Pereira [UNIFESP]
dc.contributor.author Oda, Wagner Yoshizaki
dc.contributor.author Borysow, Igor da Costa
dc.contributor.author Kapp, Silke
dc.date.accessioned 2019-07-22T15:46:36Z
dc.date.available 2019-07-22T15:46:36Z
dc.date.issued 2016
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/0102-311X00059116
dc.identifier.citation Cadernos De Saude Publica. Rio De Janiero, v. 32, n. 9, p. -, 2016.
dc.identifier.issn 0102-311X
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/50982
dc.description.abstract The term "territory" and its correlates have become commonplace in the field of Mental Health since the psychiatric reform, a potentially emancipatory milestone in non-hospital-centered ideals. However, in a previous empirical study, we found a lack of consistent concepts and practices (corresponding to the use of this term) in the territorial reinsertion of persons with mental illness. To clarify the term's various uses and its possible correlations in practice, we have conducted a systematic survey of scientific articles and official documents, comparing them to each other and with the concept of territory from Critical Geography. We conclude that in the Mental Health field in Brazil, despite numerous and repeated critical efforts, a functional notion of territory has prevailed, overlooking power relations and symbolic appropriations, increasing the tendency of subjecting the reinsertion of persons with mental illness to a given territory rather than favoring socio-spatial transformations for the coexistence of differences. en
dc.description.abstract termo território e seus derivados se tornaram correntes no campo da Saúde Mental desde a reforma psiquiátrica, marco de ideário não hospitalocêntrico e potencialmente emancipatório. No entanto, constatamos em pesquisa empírica anterior que a essa incorporação terminológica não corresponderam concepções e práticas coerentes de reinserção territorial de pessoas com sofrimento mental. Para esclarecer os diversos usos do termo e suas possíveis correlações na prática, realizamos um levantamento sistemático de artigos científicos e documentos oficiais, confrontando-os entre si e com o conceito de território da Geografia Crítica. Concluímos que no campo da Saúde Mental brasileira, à revelia de muitos e sempre renovados esforços críticos, tem prevalecido uma noção funcional de território, que omite relações de poder e apropriações simbólicas, aumentando a tendência de a reinserção de pessoas com sofrimento mental desembocar na sua sujeição ao território dado, em vez de favorecer transformações socioespaciais para o convívio com as diferenças. pt
dc.format.extent -
dc.language.iso eng
dc.publisher Cadernos Saude Publica
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Territoriality en
dc.subject Deinstitutionalization en
dc.subject Mental Health en
dc.subject Territorialidade pt
dc.subject Desinstitucionalização pt
dc.subject Saúde Mental pt
dc.title A concepção de território na Saúde Mental pt
dc.title.alternative The concept of territory in Mental Health en
dc.type Revisão
dc.description.affiliation Univ Fed Sao Paulo, Dept Polit Publ & Saude Coletiva, Av Ana Costa 95, BR-11060001 Santos, SP, Brazil
dc.description.affiliation Univ Sao Paulo, Programa Posgrad Med Preventiva, Sao Paulo, Brazil
dc.description.affiliation Univ Fed Minas Gerais, Escola Arquitetura, Belo Horizonte, MG, Brazil
dc.description.affiliationUnifesp Univ Fed Sao Paulo, Dept Polit Publ & Saude Coletiva, Av Ana Costa 95, BR-11060001 Santos, SP, Brazil
dc.identifier.file S0102-311X2016000902001-en.pdf
dc.identifier.file S0102-311X2016000902001-pt.pdf
dc.identifier.scielo S0102-311X2016000902001
dc.identifier.doi 10.1590/0102-311X00059116
dc.description.source Web of Science
dc.identifier.wos WOS:000396248800001



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