Ultrassonografia de interfalângicas de mãos: correlação com clínica e função em pacientes com osteoartrite sintomática

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dc.contributor.advisor Furtado, Rita Nely Vilar Furtado [UNIFESP] pt
dc.contributor.author Paschoal, Natalia de Oliva Spolidoro [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2018-07-30T11:53:30Z
dc.date.available 2018-07-30T11:53:30Z
dc.date.issued 2014-09-10
dc.identifier https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1304874 pt
dc.identifier.citation PASCHOAL, Natalia de Oliva Spolidoro. Ultrassonografia de interfalângicas de mãos: correlação com clínica e função em pacientes com osteoartrite sintomática. 2014. 104 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2014.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48765
dc.description.abstract Introdução: O ultrassom figura como um método de imagem emergente, seguro, de fácil aplicabilidade e baixo custo, tendo ainda seu uso limitado na OA de mãos. Objetivos: 1) Avaliar a correlação/associação entre medidas ultrassonográficas de hipertrofia sinovial e variáveis clínicas e funcionais de articulações interfalângicas proximal (IFP) e distal (IFD) de pacientes com OA sintomática de mãos. 2) Avaliar a reprodutibilidade intra e interobservador desses achados ultrassonográficos. Material e Métodos: Foi realizado um estudo prospectivo envolvendo 60 pacientes com diagnóstico de OA sintomática de interfalângicas de mãos. A interfalângica mais sintomática dos pacientes foi avaliada em 6 tempos (T0, T1, T4, T8, T12 e T48 semanas) por avaliadores “cegos” segundo avaliação clínica e ultrassonográfica. Para a Avaliação Clínica foram utilizadas as seguintes variáveis: Escala visual analógica (EVA de 0-10 cm) de dor em repouso (EVAr), dor em movimento (EVAm) e edema articular (EVAe); goniometria articular; uso de paracetamol; força de preensão palmar; força de três tipos de pinça digital (polpa-polpa, trípode e chave); e dois questionários funcionais de membros superiores (questionário COCHIN e índice de AUSCAN). Para a Avaliação Ultrassonográfica foram utilizadas as seguintes variáveis: medida quantitativa (em mm) e semiquantitativa (0-3) de hipertrofia sinovial e medida semiquantitativa (0-3) de captação ao power Doppler. As medidas ultrassonográficas foram realizadas no recesso sinovial dorsal e palmar de cada interfalângica estudada. Para avaliação ultrassonográfica, foi utilizado o ultrassom May Lab 60, Esaote Itália, com transdutor linear de 6-18 MHz. A avaliação da reprodutibilidade intra e interobservador foi realizada em 25% da amostra. Considerou-se uma significância estatística de 5%. Resultados: Foram realizadas 360 medidas ultrassonográficas em recessos dorsais e 360 em recessos palmares, contabilizando um total de 720 medidas ultrassonográficas, que foram avaliadas em conjunto. Os 60 pacientes apresentaram média de idade de 60,7 (&#61617; 8,2) anos, tinham tempo médio de doença de 5 (&#61617; 3,6) anos, e na sua maioria, eram mulheres (96,7%). As avaliações foram divididas segundo o sítio de acometimento em IFP e IFD. Nas IFPs, as medidas quantitativas de hipertrofia sinovial do recesso dorsal apresentaram correlação estatística com a EVAe (s=0,149; p= 0,043) e correlação estatística inversa com a força de pinça polpa-polpa (s=-0,149; p=0,043). Na avaliação palmar da IFP houve correlação estatística da avaliação ultrassonográfica com a EVAe (s=0,197; p=0,007) e o Índice Auscan-função (s=0,149; p=0,044) e correlação estatística inversa com a força de preensão palmar (s=-0,154; p=0,037), pinça chave (s=-0,222; p=0,003), pinça polpa-polpa (s=-0,173; p=0,019) e pinça trípode (s=-0,176; p=0,017). Na avaliação ultrassonográfica semiquantitativa de hipertrofia sinovial dorsal das IFPs os pacientes que apresentaram resultados ultrassonográficos não patológicos apresentavam menor EVAe (2,0 X 3,1; p=0,010), e maior força de pinça chave (6,4 X 5,2; p=0,027), polpa-polpa (3,3 X 2,3; p=0,003) e trípode (4,5 X 3,4; p=0,014). Na avaliação ultrassonográfica semiquantitativa palmar das IFPs, os pacientes não patológicos apresentaram menor Auscan-função (14,1 X 17,2; p=0,048) e maior força de preensão palmar (15,2 X 12,2; p=0,031), pinça chave (6,4 X 5,7; p=0,006) e trípode (4,5 X 3,9; p=0,041). Na avaliação das IFDs não foram encontradas correlações/associações estatisticamente significantes entre os achados ultrassonográficos e as variáveis clínico-funcionais. Observou-se captação ao power Doppler em pouquíssimas avaliações ultrassonográficas, o que impossibilitou incluir essa variável na análise estatística do estudo. Exceto para a avaliação do escore semiquantitativo de hipertrofia sinovial do recesso palmar em IFDs (p=0,623), a avaliação da reprodutibilidade intraobservador mostrou-se reprodutível, variando o ICC de 0,519 a 0,852 (p<0,001) para as medidas ultrassonográficas quantitativas de hipertrofia sinovial e o kappa de 0,640 a 0,673 (p<0,001) para as medidas semiquantitativas. A reprodutibilidade interobservador variou o ICC de 0,474 a 0,857 (p<0,001) para as medidas ultrassonográficas quantitativas de hipertrofia sinovial e o kappa de 0,390 a 0,617 (p<0,001) para as medidas semiquantitativas. Conclusão: Observaram-se correlações/associações de fraca intensidade entre a avaliação ultrassonográfica de hipertrofia sinovial e variáveis clínico-funcionais de interfalângicas de mãos com OA. As variáveis estatisticamente relacionadas à avaliação ultrassonográfica foram EVAe, força de pinça digital, força de preensão palmar e índice Auscan-função, mas somente nas IFPs. A ultrassonografia das IFs de mãos com OA mostrou-se reprodutível, tanto na avaliação intra, como na interobservador. pt
dc.format.extent 104 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject osteoartrite pt
dc.subject mãos pt
dc.subject interfalângicas pt
dc.subject ultrassom pt
dc.subject clínica pt
dc.title Ultrassonografia de interfalângicas de mãos: correlação com clínica e função em pacientes com osteoartrite sintomática pt
dc.type Dissertação de mestrado
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) pt
dc.identifier.file 2014-0150.pdf
dc.description.source Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt
unifesp.graduateProgram Ciências da Saúde Aplicadas à Reumatologia pt
unifesp.knowledgeArea Ciências da saúde pt
unifesp.researchArea Medicina pt



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