Endometriose pélvica: comparação entre imagens por ressonância magnética de baixo campo (0,2 T) e alto campo (1,5 T)

Endometriose pélvica: comparação entre imagens por ressonância magnética de baixo campo (0,2 T) e alto campo (1,5 T)

Alternative title Pelvic endometriosis: a comparison between low-field (0.2 T) and high-field (1.5 T) magnetic resonance imaging
Author Minaif, Karine Autor UNIFESP Google Scholar
Shigueoka, David Carlos Autor UNIFESP Google Scholar
Minami, Cintia Cristina Satie Autor UNIFESP Google Scholar
Sales, Danilo Moulin Autor UNIFESP Google Scholar
Ruano, José Maria Cordeiro Autor UNIFESP Google Scholar
Noguti, Alberto Sinhiti Autor UNIFESP Google Scholar
Ajzen, Sergio Aron Autor UNIFESP Google Scholar
Szejnfeld, Jacob Autor UNIFESP Google Scholar
Institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Abstract OBJECTIVE: To compare low-field (0.2 T) with high-field (1.5 T) magnetic resonance imaging in the assessment of pelvic endometriosis and adenomyosis. MATERIALS AND METHODS: Twenty-seven female patients with clinically suspected endometriosis were prospectively evaluated by means of high-field and low-field magnetic resonance imaging. The reading of the images was performed by a single radiologist, initiating by the low-field, followed by the high-field images. High-field magnetic resonance imaging was utilized as the golden-standard. RESULTS: Among the 27 patients included in the present study, 18 (66.7%) had some type of lesion suggesting the presence of endometriosis demonstrated at high-field images. In 14 of these patients the diagnosis was correctly established by low-field magnetic resonance imaging. Endometriomas, tubal lesions, and endometriotic foci > 7 mm identified at the high-field images were also identified at low-field images with 100% accuracy, sensitivity and specificity. Among the nine patients diagnosed with adenomyosis by high-field images, eight were correctly diagnosed by low-field images with 88.9% accuracy, specificity and sensitivity. CONCLUSION: Low-field magnetic resonance imaging demonstrated a low sensitivity in the detection of small endometriotic foci, high sensitivity in the detection of endometriomas and large endometriotic foci, and high accuracy in the detection of adenomyosis when compared with high-field magnetic resonance imaging.

OBJETIVO: Comparar a ressonância de baixo campo (0,2 T) com a de alto campo (1,5 T) na avaliação da endometriose pélvica e adenomiose. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram estudadas, prospectivamente, 27 pacientes do sexo feminino com suspeita clínica de endometriose, realizando-se exames de ressonância magnética de alto campo e baixo campo. Um mesmo radiologista realizou a leitura dos exames, iniciando pelo baixo campo, seguido pelo alto campo, usando como padrão-ouro o alto campo. RESULTADOS: Das 27 pacientes estudadas, 18 (66,7%) apresentaram alguma lesão indicativa de endometriose nos exames realizados no alto campo. Foram corretamente diagnosticados pelo baixo campo 14 destas pacientes. Endometriomas, lesões tubárias e focos de endometriose maiores do que 7 mm identificados pelo alto campo foram também identificados no baixo campo, com acurácia, sensibilidade e especificidade de 100%. Das nove pacientes com adenomiose caracterizadas pelo alto campo, oito foram corretamente identificadas pelo baixo campo, com acurácia, sensibilidade e especificidade de 88,9%. CONCLUSÃO: A ressonância de baixo campo apresentou baixa sensibilidade na detecção de pequenos focos de endometriose, alta sensibilidade na detecção de endometriomas e focos de endometriose grandes, e boa acurácia na detecção da adenomiose quando comparada com a ressonância de alto campo.
Keywords Magnetic resonance imaging
Endometriosis
Adenomyosis
Diagnosis
Imagem por ressonância magnética
Endometriose
Adenomiose
Diagnóstico
Language Portuguese
Date 2008-12-01
Published in Radiologia Brasileira. Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, v. 41, n. 6, p. 367-372, 2008.
ISSN 0100-3984 (Sherpa/Romeo)
Publisher Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Extent 367-372
Origin http://dx.doi.org/10.1590/S0100-39842008000600005
Access rights Open access Open Access
Type Article
SciELO ID S0100-39842008000600005 (statistics in SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4696

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