Fatores que tornam estressante o trabalho de médicos e enfermeiros em terapia intensiva pediátrica e neonatal: estudo de revisão bibliográfica

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dc.contributor.author Fogaça, Monalisa de Cássia [UNIFESP]
dc.contributor.author Carvalho, Werther Brunow de [UNIFESP]
dc.contributor.author Citero, Vanessa de Albuquerque [UNIFESP]
dc.contributor.author Nogueira-Martins, Luiz Antonio [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:38:41Z
dc.date.available 2015-06-14T13:38:41Z
dc.date.issued 2008-09-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0103-507X2008000300009
dc.identifier.citation Revista Brasileira de Terapia Intensiva. Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB, v. 20, n. 3, p. 261-266, 2008.
dc.identifier.issn 0103-507X
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4531
dc.description.abstract OBJECTIVES: Bibliographic review on occupational stress and burnout presence in physicians and nurses that work in pediatric and neonatal intensive care units. METHODS: The articles were selected from the MedLine, LILACS and SciElo data base using the key words: stress, burnout, physicians, nursing, intensive care unit, pediatric intensive care unit and neonatal intensive care unit. The studied period ranged from 1990 to 2007. RESULTS: Health professionals who work in pediatric and neonatal intensive care units are strong candidates for developing stress, psychological alterations and burnout syndrome. Researches on this subject identified important alterations suffered by these physicians and nurses, such as: work overload, burnout, desires of giving up their jobs, high levels of cortisol, among other alterations. CONCLUSIONS: Professionals, who work in pediatric and neonatal intensive care units, due to the specificity of their job, are liable to develop occupational stress, and consequently burnout. These results suggest the need for further research with the objective of developing preventive measures and intervention models. en
dc.description.abstract OBJETIVOS: Revisão de literatura sobre estresse ocupacional e síndrome de burnout em médicos e enfermeiros que trabalham em unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal. MÉTODOS: Os artigos foram identificados a partir das bases de dados MedLine, LILACS e SciElo, usando as palavras-chave estresse, burnout, médicos, enfermagem, unidade de terapia intensiva, unidade de cuidados intensivos pediátricos e unidades de cuidados intensivos neonatais. O período pesquisado foi de 1990 a 2007. RESULTADOS: Médicos e enfermeiros que trabalham em unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal são candidatos a apresentarem estresse, alterações psicológicas e síndrome de Burnout. Pesquisas sobre o tema identificaram alterações importantes que acometem médicos e enfermeiros intensivistas: sobrecarga de trabalho, burnout, desejo de abandonar o trabalho e níveis elevados de cortisol entre outros fatores. CONCLUSÕES: Os profissionais que trabalham em unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal , pela especificidade do seu trabalho, estão expostos ao risco do estresse ocupacional e, conseqüentemente ao Burnout. Estes dados sugerem a necessidade de serem feitas pesquisas, com o objetivo de desenvolver medidas preventivas e modelos de intervenção. pt
dc.format.extent 261-266
dc.language.iso por
dc.publisher Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
dc.relation.ispartof Revista Brasileira de Terapia Intensiva
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Burnout, professional en
dc.subject Intensive care units, neonatal en
dc.subject Nursing en
dc.subject Stress en
dc.subject Physicians en
dc.subject Esgotamento profissional pt
dc.subject Unidades de terapia intensiva neonatal pt
dc.subject Enfermagem pt
dc.subject Estresse pt
dc.subject Médicos pt
dc.title Fatores que tornam estressante o trabalho de médicos e enfermeiros em terapia intensiva pediátrica e neonatal: estudo de revisão bibliográfica pt
dc.title.alternative Factors that cause stress in physicians and nurses working in a pediatric and neonatal intensive care unit: bibliographic review en
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Departamento de Psiquiatria
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, Depto. de Psiquiatria
dc.identifier.file S0103-507X2008000300009.pdf
dc.identifier.scielo S0103-507X2008000300009
dc.identifier.doi 10.1590/S0103-507X2008000300009
dc.description.source SciELO



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Name: S0103-507X2008000300009.pdf
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