O transtorno bipolar na mulher

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dc.contributor.author Guerra, Alexandro de Borja Gonçalves [UNIFESP]
dc.contributor.author Calil, Helena Maria [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:31:24Z
dc.date.available 2015-06-14T13:31:24Z
dc.date.issued 2005-01-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0101-60832005000700016
dc.identifier.citation Archives of Clinical Psychiatry. Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, v. 32, p. 110-116, 2005.
dc.identifier.issn 0101-6083
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2360
dc.description.abstract Gender differences, described in several psychiatric disorders, seem to be also present in bipolar disorder (BD). The prevalence of bipolar I disorder is equally distributed between women and men. Women seem to be at higher risk for rapid cycling and mixed mania, conditions that could make BD a disorder with a more severe course in the female sex. A marked depressive diathesis among women, greatest use of antidepressants and hormonal differences have been mentioned as hypotheses to explain these phenomenological differences. However, women and men seem to respond equally to medication. The indication of anticonvulsivants as first-line treatment in women is controversial, except for the treatment of mixed mania and, probably, rapid cycling.BD treatment during pregnancy must take into account risks related to medication effects as well as to the mother's illness. Prophylaxis in the postpartum is strongly recommended due to a great risk of recurrence in this period. Although psychotropic medication is generally contraindicated during lactation, among mood stabilizers, carbamazepine and valproate seem safer than lithium. Further studies are needed to confirm BD's course differences between women and men and to investigate possible impact on treatment effectiveness. en
dc.description.abstract Diferenças sexuais, descritas em vários transtornos psiquiátricos, também parecem estar presentes no transtorno afetivo bipolar (TAB). A prevalência do TAB tipo I se distribui igualmente entre mulheres e homens. Mulheres parecem estar sujeitas a um risco maior de ciclagem rápida e mania mista, condições que fariam do TAB um transtorno com curso mais prejudicial no sexo feminino. Uma diátese depressiva mais marcante, uso excessivo de antidepressivos e diferenças hormonais surgem como hipóteses para explicar essas diferenças fenomenológicas, apesar das quais, mulheres e homens parecem responder igualmente ao tratamento medicamentoso. A indicação de anticonvulsivantes como primeira escolha em mulheres é controversa, a não ser para o tratamento da mania mista e, talvez, da ciclagem rápida. O tratamento do TAB na gravidez deve levar em conta tanto os riscos de exposição aos medicamentos quanto à doença materna. A profilaxia do TAB no puerpério está fortemente indicada em decorrência do grande risco de recorrência da doença nesse período. Embora, de modo geral, as medicações psicotrópicas estejam contra-indicadas durante a amamentação, entre os estabilizadores do humor, a carbamazepina e o valproato são mais seguros do que o lítio. Mais estudos são necessários para a confirmação das diferenças de curso do TAB entre mulheres e homens e a investigação de possíveis diferenças na efetividade dos tratamentos. pt
dc.format.extent 110-116
dc.language.iso por
dc.publisher Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
dc.relation.ispartof Archives of Clinical Psychiatry
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Bipolar disorder en
dc.subject sex differences en
dc.subject pregnancy en
dc.subject breast feeding en
dc.subject post partum period en
dc.subject Transtorno bipolar pt
dc.subject diferenças sexuais pt
dc.subject gravidez pt
dc.subject puerpério pt
dc.subject amamentação pt
dc.title O transtorno bipolar na mulher pt
dc.title.alternative Bipolar disorder in women en
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Departamento de Psicobiologia
dc.description.affiliation UNIFESP
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, Depto. de Psicobiologia
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP
dc.identifier.file S0101-60832005000700016.pdf
dc.identifier.scielo S0101-60832005000700016
dc.identifier.doi 10.1590/S0101-60832005000700016
dc.description.source SciELO



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Name: S0101-60832005000700016.pdf
Size: 101.0Kb
Format: PDF
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